Objeto antes do ponto antiprincipal do objeto: para construir a imagem são necessários apenas dois raios de luz que saem do topo do objeto. Um dos raios paralelo ao eixo óptico e o outro passando pelo centro.
O ponto onde os raios se cruzam é onde a imagem será formada.
Ela é invertida e menor que o objeto.
É considerada também como uma imagem real, pois foi formada pelo cruzamento de dois raios.
É importante notar também que ela está entre o ponto antiprincipal e o foco da imagem.
Real, invertida e menor que o objeto.
Objeto no ponto antiprincipal do objeto: para construir a imagem são necessários apenas dois raios de luz que saem do topo do objeto. Um dos raios paralelo ao eixo óptico e o outro passando pelo centro.
A imagem formada é
real, invertida e igual ao objeto(tem o mesmo tamanho).
Está no ponto antiprincipal da imagem.
Objeto entre o ponto antiprincipal do objeto e o foco: novamente, são necessários apenas dois raios de luz que saem do topo do objeto, um deles paralelo ao eixo óptico e o outro passando pelo centro.
A imagem formada é
real, invertida e maior que o objeto.
Está à direita do ponto antiprincipal da imagem.
Objeto no foco do objeto: dois raios de luz que saem do topo do objeto, um paralelo ao eixo óptico e o outro passando pelo centro.
Neste caso diz-se que a imagem está no infinito, chamada de
imagem imprópia.
Objeto entre o foco do objeto e o centro: um raio de luz saindo do topo do objeto paralelo ao eixo óptico e outro, também saindo do topo do objeto e passando pelo centro.
a imagem é então formada pelos prolongamentos dos raios
e será
virtual, direita e maior que o objeto.
Felizmente há apenas um caso (Independe da posição do objeto).
Dois raios de luz saindo do topo do objeto, um dos raios paralelo ao eixo principal e o outro passando pelo centro.
A imagem será formada pelo raio de luz que passa pelo centro + o
prolongamento do raio de luz paralelo ao eixo principal refratado pelo espelho
A imagem é
virtual, direita e menor que o objeto.
A equação de Gauss também pode ser aplicada para lentes
dido = fdi +fdo
di: distância entre a imagem e o espelho, é muito comum representá-la com a letra p’ (p linha)
do: distância entre o objeto e o espelho, é muito comum representá-la com a letra p
f: distância entre o foco e o espelho (distância focal)
Se
di > 0, a imagem é real, se
di < 0 a imagem é virtual.
Se
do > 0, o objeto é real, se
do < 0 o objeto é virtual.
O
aumento linear determina a relação entre os tamanhos das imagens e suas distâncias ao espelho \(\bbox[5px, border: 2px solid blue]{ A = { \large{ {h_{i} } \over {h_{o} } } } = -\large{ {d_{i} } \over {d_{o} } } }\)
A: aumento linear ou transversal da imagem
hi: altura da imagem
ho: altura do objeto
di e do: definidos acima
h
i: tamanho da imagem, se a imagem estiver para cima h
i > 0
se a imagem estiver para baixo h
i < 0
h
o: tamanho do objeto, se h
o > 0 o objeto está para cima, se h
o < 0 o objeto está para baixo.
Quanto maior for o desvio que uma lente provoca na luz maior é a sua
convergência ou
vergência calculada por meio da equação \( \bbox[5px, border: 2px solid blue]{ C = {\large{ {1} \over {f} } } } \)
C: convergência, também chamada de dioptria, suas principais unidades são di ou m-1
f: distância focal
Outra unidade muito conhecida da convergência é o "grau", tal que
1 di equivale a
1 grau 1 di = 1 grau
Se
f > 0 a lente é
convergente, se
f < 0 a lente é
divergente.
E por fim 2 equações que não são muito utilizadas mas podem ser necessárias para algum exercício.
Equação dos fabricantes de lentes \(\bbox[5px, border: 2px solid blue]{ C = { {1} \over {f} } = { ({ \large{ {n_{lente} \over {n_{meio} } } } } -1).({ {1} \over {R_{1} } } +{ {1} \over {R_{2} } }) } } \)
R1 e R2: raios de curvatura das faces
Se uma das superfícies for plana \(\bbox[5px, border: 2px solid blue]{ C = { \large{ {1} \over {f} } } = { \left({ \large{ {n_{lente} \over {n_{meio} } } } } -1\right).\left({ \large{ {1} \over {R} } }\right) } } \)
R: raio de curvatura da face curva